sábado, 16 de setembro de 2017

DECISÃO PROFERIDA


Olá Amico, 
Obrigado por confiar algo que também pesa em meu coração.
Não há nada de novo, no que sentes, pois estou enamorado de A.
Escolhi essa letra porque é a primeira do alfabeto.
Tenho medo de colocar a verdadeira letra e alguém desconfiar do óbvio.
Ele também não pode compartilhar os mesmos sentimentos que EU.
Presa no meu passado recente,
Não o vejo no futuro que construo agora.
Você me encorajou a não renunciar.
Também vou conservar um pouco de esperança.
O que há de errado em esperar o Dia de São Nunca chegar?
Todos podem impedir que TU escrevas, fale ou veja K, 
mas nada disso pode mudar a opinião do seu coração ou o que acontecerá com o coração dela.
Apenas o AMOR Presente, eterniza o início à espera do sempre. 
Quanto a K, tenho certeza que em breve saberá da decisão PROFERIDA.
Sim, essa também é a minha decisão, meu Amico.

"Amá-lo, até que ele Termine por Amar-me"


Abraços de THEO sempre confidente e castro AMICO.



terça-feira, 12 de setembro de 2017

A minha Vampirizada Mente CRUA

 Olá Amico!

Estava lendo Cartas em frente a minha Penteadeira,
Eis, que a Imagem que me persegue nos sonhos,
Apareceu EM FORMA de Poesia, por Baudelaire:

VAMPIRO

Tu que, como uma punhalada
Invadiste meu coração triste,
Tu que, forte como manada
De demônios, louca surgiste,

Para no espírito humilhado
Encontrar o leito ao ascendente,
- IInfame a que eu estou atado
Tal como o forçado à corrente,

Como a seu jogo o jogador,
Como à garrafa o beberrão,
Como aos vermes a podridão
- Maldita sejas, como for!


Implorei ao punhal veloz
Dar-me a liberdade, um dia,
Disse após ao veneno atroz
Que me amparasse a covardia.

Mas não! O veneno e o punhal
Disseram-me de ar zombeiro
"Ninguem te livrará afinal
De teu maldito cativeiro

Ah! imbecil-de teu retiro
Se te livrássemos um dia,
Teu beijo ressuscitaria
O cadaver de teu vampiro!"


"Que é o amor?
A necessidade de sair de si.
O homem é um animal adorador
Adorar é sacrificar-se e prostituir-se
Assim, todo Amor é Prostituição
.   Charles Baudelaire